7 de agosto de 2010

Ascendência do Android nos E.U.A.

25% dos utilizadores de telemóveis nos E.U.A. já são donos de "smartphones", comprova a pesquisa da Nielsen. No ano passado, no período homologo (2º trimestre), esse número chegava a 16%. Entre os sistemas operativos móveis, o que mais cresce é o Android, do Google. Nos últimos seis meses, 27% dos utilizadores de smartphones adoptaram-no, contra 23% do iPhone OS, 11% do Windows Mobile, 3% do Linux e 2% do Symbian. O único sistema à frente do Android na lista é o do Blackberry, com 33%, mas vale a pena destacar que a única trajectória ascendente entre os sistemas neste gráfico da pesquisa é o Android. Todos os outros mostram curvas descendentes ou estacionárias.

28 de junho de 2010

Desinstalação remota em Android

Os engenheiros do Google implementaram há alguns dias no S.O. Android uma tecnologia chamada "kill switch", que permite à empresa remover, através de acesso remoto, aplicações instaladas nos "smartphones". De acordo com o chefe de segurança do Android, o utilitário não permite acesso aos dados privados do utilizador. O alvo do "kill switch" é terminar c/ as aplicações até então disponíveis no Android Market que violam os Termos de Serviço do Desenvolvedor Android, além de atingirem políticas e acordos legais estabelecidos pelo Android Market e oferecerem algum risco aos dados do utilizador.
Nesta semana, o Google removeu 2 aplicações da loja do Android que não respeitavam as regras da página web. Segundo a empresa, as aplicações tinham como objectivo roubar dados dos utilizadores. E foi esta a 1ª aparição do novo utilitário do Google, que removeu dos "smartphones" Android qualquer uma das aplicações em questão (RootStrop e Twilight Preview).

O anúncio do utilitário, feito através de uma publicação no blog oficial dos desenvolvedores do Android, coincidiu com um relatório divulgado pela empresa de segurança SMobile Systems que afirmava que 1/5 das aplicações disponíveis na Android Market poderiam expor dados privados do utilizador.

De acordo com um porta-voz do Google, todas as aplicações Android necessitam obter a permissão do utilizador para aceder aos dados existentes no equipamento.

25 de junho de 2010

Pegue no iPhone 4, mas com jeitinho...

O iPhone 4, que começou a ser vendido esta semana (em 5 países, dos quais Portugal se encontra excluído) tem um visual muito diferente dos anteriores. O aparelho tem uma estrutura metálica em torno do telefone – é no canto inferior esquerdo desta estrutura (que fica naturalmente em contacto com a mão quando se pega no telefone) que está a antena usada para captar o sinal da rede móvel.

“Agarrar qualquer telemóvel resulta num atenuar do desempenho da antena, com algumas zonas a serem piores do que outras, dependendo da localização das antenas”, escreveu a empresa, num comunicado, no qual sugere ainda que os utilizadores comprem uma capa protectora, dado que o problema está no contacto com o corpo humano, que interfere na recepção deste tipo de sinais, tal como acontece com as antenas de televisão (embora, nesses casos, a imagem costume ficar melhor).

A falha originou muitas queixas na Web, onde abundam os vídeos a ilustrar o problema. O presidente da Apple, Steve Jobs, chegou a responder directamente aos e-mails de alguns queixosos, classificando o problema como um “não assunto” e aconselhando as pessoas a segurarem o telefone de outra forma .Isto apesar de o próprio Jobs ter, na apresentação do iPhone, agarrado o telemóvel precisamente da forma que bloqueia a antena.

Alguns compradores têm-se ainda queixado de uma tonalidade amarelada numa determinada parte do ecrã.

23 de junho de 2010

Actualização p/ iOS 4

A Apple anunciou "mais de 100 novidades", com destaque p/ as novas capacidades "multi-tarefa", que permitem que várias aplicações sejam executadas em simultâneo.

Não é um sistema multi-tarefa puro, já que as aplicações que estão em segundo plano não têm "autorização" para ocupar o processador nem afectar o desempenho da aplicação que está em primeiro plano, mas é um sistema que permite que os programas em segundo plano possam receber e enviar informação.

Apenas o iPhone 3GS ganha esta funcionalidade, já que a Apple considera que o iPhone 3G não tem desempenho suficiente p/ manter a experiência de utilização a bom nível.

Outra das novidades mais aguardadas é a unificação da caixa de email, que agora permite juntar várias contas dentro da aplicação, tornando o sistema bem mais eficiente e rápido de utilizar.

Destaque ainda p/ a capacidade de criar pastas para juntar os ícones de acesso às aplicações e para a possibilidade de se alterar a imagem de fundo (papel de parede).

A actualização encontra-se disponível através do iTunes.

19 de junho de 2010

Microsoft Office Mobile 2010

O Microsoft Office Mobile 2010 oferece todas as poderosas ferramentas do Microsoft Office 2010 que utiliza diariamente. Com interfaces mais completas especialmente concebidas para dispositivos pequenos, o Office Mobile 2010 é uma actualização gratuita para os dispositivos Windows Mobile 6.5 com a versão anterior do Office Mobile instalada.

Funcionalidades:
  • Visualizar e editar os documentos do Microsoft Office com confiança.
  • Manter-se ligado para trabalhar a partir de qualquer lugar com o SharePoint Workspace Mobile.
  • Tirar notas no telefone facilmente: inserir clips de voz, fotografias ou criar uma lista rápida.
  • Utilizar o PowerPoint Mobile como um Complemento de Apresentação.

6 de junho de 2010

Os telemóveis prejudicam as abelhas?

Investigadores da Universidade de Punjab, na Índia, decidiram investigar se o desaparecimento gradual das abelhas em algumas zonas do mundo está relacionado com a massificação dos telemóveis.

São vários os países que estão a verificar uma grande diminuição no número de abelhas. Os pesticidas e as mudanças no clima são apontados como os principais culpados. No entanto, os cientistas indianos quiseram comprovar se os telemóveis também estão a contribuir para o fenómeno. Por isso, efectuaram uma experiência. Usaram três colmeias. A primeira foi cercada de telemóveis a funcionar. A segunda, tinha telemóveis desligados. A terceira não tinha nada. Ao final de três meses, a primeira colmeia perdeu muita da sua população. A rainha produziu menos ovos e não havia qualquer pólen ou mel.

No relatório final, os cientistas afirmaram que começaram este estudo porque havia cada vez mais provas que os campos electromagnéticos estavam a provocar a quebra da população de abelhas. Estudos semelhantes já tinham sido feitos em colmeias situadas de baixo de cabos de alta tensão.

Os cientistas sugerem que as ondas electromagnéticas estão a confundir o sistema de navegação das abelhas e a impedi-las de regressar à colmeia.