22 de abril de 2011

iPhone Tracker (iOS)

Os investigadores Pete Warden e Alasdair Allan descobriram que os iPhones (e os iPads) monitorizam os movimentos dos respectivos utilizadores, guardando a informação num ficheiro interno que depois é transferido para o computador do utilizador quando este sincroniza os dispositivos.
O registo é legal, porque os proprietários destes equipamentos Apple aceitam que os seus dados sejam monitorizados e gravados, de acordo com os "Termos e condições" da empresa, que explicam ainda como desactivar a funcionalidade - regras que a esmagadora maioria dos utilizadores não chega a ler.
A Apple não comentou ainda a notícia. O problema levantado por muitos especialistas é a privacidade, uma vez que qualquer pessoa que tenha acesso ao iPhone de um utilizador poderá conseguir aceder à informação  e descobrir todos os seus movimentos.
Este programa instalado nos iPhones grava as coordenadas geográficas e temporais, permitindo saber não só onde o utilizador esteve, como também em que dia e a que horas.
Esta recolha de dados teve início em Junho de 2010, quando a Apple lançou a actualização do sistema operativo para a versão 4, ou seja, em alguns casos já terá sido gravado quase um ano de informações sensíveis.
Warden e Allan afirmam ainda que apenas o iPhone regista dados desta maneira, e que não lhes foi possível encontrar programas semelhantes nos equipamentos com o Android ou outros sistemas operativos.

16 de abril de 2011

Mango (WP7)

O vice-presidente do Programa de Gestão do Windows Phone (Joe Belfiore), mostrou uma previsão durante a MIX 2011 das novas funcionalidades que serão implementadas na versão "Mango", que chegará ao Windows Phone 7 em breve.
A actualização terá 1500 novas APIs (application programming interface), e deve focar-se principalmente na multi-tarefa, nas notificações "push", na busca rápida do aplicativo e na capacidade de ter áudio a ser executado em segundo plano.
A demonstração foi particularmente interessante no que diz respeito à performance do novo navegador, que mostrou excelente velocidade quando comparado ao iPhone e ao Android na visualização do HTML 5 (26 FPS em WP7, no Android 11 FPS e no iPhone 2 FPS.).
O Windows Phone 7 Mango estará disponível apenas no Outuno europeu, ou seja, no último trimestre do ano.

4 de abril de 2011

Android com mais restrições

O Android vai passar a ter mais restrições, desde que a Google decidiu querer ter maior controlo do seu sistema operativo, o que deverá diminuir a liberdade dos programadores, que vão passar a estar dependentes da autorização da Google.
A Google prepara-se para integrar cláusulas de não-fragmentação nas licenças de utilização do seu software.
A partir de agora, qualquer alteração no aspecto gráfico, ou qualquer adição de aplicações, terá que passar pela própria Google, que irá rever as suas parcerias "Glossary Link" com as fabricantes, que por sua vez terão que obter aprovação do director de desenvolvimento da plataforma, caso queiram ter acesso prévio às novas versões Android.
A decisão da Google também vai afectar as empresas que queiram adicionar os serviços da gigante Norte-Americana aos seus produtos, tal como o motor de busca ou o serviço Google Maps. O Facebook poderá ser uma das empresas prejudicadas, pois encontra-se a preparar um "smartphone" baseado em Android.
A Google não parece querer limitar as restrições ao software, estando actualmente em negociações com a ARM, fabricante de processadores móveis, para implementar um padrão de arquitectura nos chips da empresa, mantendo algum controlo também sobre o hardware em que o S.O. seria instalado.
A Google tem implementado progressivamente, algumas alterações à sua política de acesso. Uma medida recente teve a ver com a implementação, no Android Market, de facturação in App.

24 de março de 2011

Copy/Paste no WP7

Além da funcionalidade Copiar/Colar, a actualização do S.O. WP7 conta com um sistema de pesquisa melhorado na loja de aplicações MarketPlace, assim como uma maior estabilidade quando é descarregado software. A actualização promete também mais rapidez no carregamento de jogos e aplicações e melhoramentos no sistema de ligação à rede Wi-Fi.
A gigante de Redmond refere ainda melhoramentos no sistema de envio e recepção de mensagens multimédia e na integração com a rede social Facebook.
A Microsoft espera disponibilizar a primeira grande actualização para Windows Phone 7 aos consumidores de forma faseada durante as próximas semanas.

8 de março de 2011

Opera Mobile Store p/ todos

A Opera Mobile Store está agora disponível para todos, ou seja, a Opera lançou oficialmente a sua loja de aplicações móveis, em 200 países, dando acesso imediato a mais de 105 milhões de utilizadores dos "browsers" móveis (Opera Mini ou o Opera Mobile).
O mercado de aplicações (construído sobre a tecnologia Appia) oferece aplicações pagas e gratuitas para quase todas as plataformas móveis e dispositivos, ou seja, Symbian, QNX (BlackBerry), Android ou um simples telemóvel baseado em J2ME.
O catálogo da gama de aplicações é automaticamente personalizado conforme o equipamento ou S.O., língua e moeda.
A Opera Mobile Store está agora entre as 10 maiores lojas de aplicações móveis no mundo em termos de quantidade de utilizadores (15 milhões actualmente, e 700 mil downloads de aplicações por dia) e número de aplicações disponíveis.

Google usa Kill Switch no Android

O Google descobriu que as 21 aplicações infectadas inicialmente no Android Market, afinal eram 58, e que foram descarregadas mais de 280 mil vezes ao invés de 50 mil.
Para tentar reverter esta situação nada agradável, o Google anunciou que vai finalmente estrear uma ferramenta implantada no Android em meados de 2008, o chamado "remote kill switch". O que ele faz é bem simples: assim que algum dos 280 mil "smartphones" se ligar à rede (o que não é difícil, visto que o Android está praticamente sempre "online"), eles receberão indicação para desinstalar as aplicações maliciosas listadas pelo Google.
Esta não é a primeira vez que a ferramenta é utilizada: em meados de 2010, o Google testou o "kill switch" para desactivar aplicações criadas por programadores. Os programas eram apenas de teste e não representavam nenhuma ameaça à segurança dos utilizadores.
Esta solução é mais um remendo do que uma prevenção, mas é melhor do que nada. Resta saber se a gigante da web planeia fazer alguma coisa para coibir mesmo o aparecimento de novas aplicações maliciosas no Android Market.

4 de março de 2011

Aplicações maliciosas removidas do Android Market

A Google retirou 21 aplicações gratuitas e populares do Android Market, que tinham "acesso root", adquiriam dados e descarregavam códigos sem que o utilizador tivesse conhecimento.
As aplicações foram removidas após denúncias feitas na página Android Police. Apesar disso, já tinham sido realizados mais de 50 mil downloads. Uma das principais armas dos "malwares" era passarem-se por aplicações famosas.
As aplicações eram todas versões piratas de aplicações famosas e populares. Assim que eram instaladas, faziam o "root" e, por meio de um executável APK, adquiriam os dados do utilizador e do equipamento, como a identificação do utilizador, informações da operadora e até mesmo o IMEI do aparelho. Além disso, “abriam as portas” do smartphone para que mais códigos maliciosos fossem descarregados.
A lista das aplicações removidas é a seguinte:
  • Falling Down
  • Super Guitar Solo
  • Super History Eraser
  • Photo Editor
  • Super Ringtone Maker
  • Super Sex Positions
  • Hot Sexy Videos
  • Chess
  • 下坠滚球_Falldown
  • Hilton Sex Sound
  • Screaming Sexy Japanese Girls
  • Falling Ball Dodge
  • Scientific Calculator
  • Dice Roller
  • 躲避弹球
  • Advanced Currency Converter
  • APP Uninstaller
  • 几何战机_PewPew
  • Funny Paint
  • Spider Man
  • 蜘蛛侠
Os utilizadores do Android, devem ter em conta que o Android Market é aberto (GPL), e que por isso não existe qualquer análise prévia das aplicações, para que estas fiquem disponíveis na loja.