30 de maio de 2011
Symbian até 2016...
Stephen Elop assegurou que a Nokia planeia manter o suporte à plataforma móvel Symbian, pelo menos até 2016. As dúvidas em relação ao futuro do Symbian têm-se mantido, mesmo com a Nokia a garantir que o sistema operativo nascido de uma parceria entre si e outros fabricantes móveis – que entretanto abandonaram o projecto - seria para continuar, tal como a aposta no MeeGo. O desinvestimento da Nokia no Symbian levou também ao cancelamento de um projecto europeu que visava criar condições para alargar o leque de dispositivos suportados pela plataforma, o Symbian – the Embedded Operating System for Europe, que contemplava um investimento público e privado de 22 milhões de euros. Stephen Elop assegura agora a continuidade do Symbian por mais 5 anos, enquanto a vice-presidente da Nokia para a área de smartphones detalha, que a parceria com a Microsoft para aquele segmento vai traduzir-se no lançamento de novos equipamentos a cada 2 ou 3 meses.
28 de maio de 2011
MeeGo 1.2
Enquanto é aguardado o lançamento do Nokia N9 com MeeGo, a The Linux Foundation desenvolveu uma actualização. A versão MeeGo 1.2, pretende fornecer uma base sólida para permitir aos programadores criarem aplicações para várias categorias de dispositivos com arquitectura Intel Atom e ARMv7.
O MeeGo 1.2 melhorou as capacidades de conectividade, Bluetooth, USB e WiFi, além do suporte Real Time Streaming Protocol (RTSP), entre outras. O Meego 1.3 deverá estar disponível a partir de Outubro deste ano, com novas funcionalidades que se encontram a ser testadas actualmente.
O MeeGo 1.2 melhorou as capacidades de conectividade, Bluetooth, USB e WiFi, além do suporte Real Time Streaming Protocol (RTSP), entre outras. O Meego 1.3 deverá estar disponível a partir de Outubro deste ano, com novas funcionalidades que se encontram a ser testadas actualmente.
27 de maio de 2011
Google Wallet
A Google lançou ontem o Google Wallet, produto baseado na tecnologia N.F.C. (Near Field Communication) que permite aos consumidores comprar produtos com o telemóvel, ao invés de cartões de crédito. O serviço resulta de uma parceria entre Google, Mastercard, Citigroup, First Data e Sprint e tem potencial para se estabelecer no mercado de pagamentos móveis nos E.U.A., como já acontece na Ásia.
O Google Wallet vai concorrer com o recentemente anunciado sistema da gigante Visa, feito em parceria com os maiores bancos e operadoras de comunicações americanos.
O serviço estará disponível no verão em Nova York e São Francisco.
Projectado para funcionar como uma aplicação para "smartphones" Android, ele usufrui da tecnologia "PayPass", da MasterCard, que permite aos seus utilizadores pagarem as contas pela aproximação de um chip nos sensores habilitados.
A Google fechou contrato com grandes marcas americanas, incluindo Macy's, American Eagle Outfitters e Metro, para integrar os programas de fidelidade e descontos das lojas no Google Wallet.
Na Ásia, a tecnologia N.F.C. já está disseminada. Estima-se que um quinto dos japoneses usam pagamentos móveis. Nos E.U.A., esse mercado ainda enfrenta obstáculos, mas desde o ano passado algumas grandes empresas já correram para tornar a tecnologia uma realidade.
Clientes do Citigroup que possuem cartões Mastercard com PayPass serão os primeiros a ter acesso ao Google Wallet. A gigante de internet também planeia vender um cartão virtual pré-pago.
O Google Wallet vai concorrer com o recentemente anunciado sistema da gigante Visa, feito em parceria com os maiores bancos e operadoras de comunicações americanos.
O serviço estará disponível no verão em Nova York e São Francisco.
Projectado para funcionar como uma aplicação para "smartphones" Android, ele usufrui da tecnologia "PayPass", da MasterCard, que permite aos seus utilizadores pagarem as contas pela aproximação de um chip nos sensores habilitados.
A Google fechou contrato com grandes marcas americanas, incluindo Macy's, American Eagle Outfitters e Metro, para integrar os programas de fidelidade e descontos das lojas no Google Wallet.
Na Ásia, a tecnologia N.F.C. já está disseminada. Estima-se que um quinto dos japoneses usam pagamentos móveis. Nos E.U.A., esse mercado ainda enfrenta obstáculos, mas desde o ano passado algumas grandes empresas já correram para tornar a tecnologia uma realidade.
Clientes do Citigroup que possuem cartões Mastercard com PayPass serão os primeiros a ter acesso ao Google Wallet. A gigante de internet também planeia vender um cartão virtual pré-pago.
23 de maio de 2011
Windows Mobile descontinuado
A Microsoft decidiu descontinuar o suporte ao seu sistema operativo Windows Mobile 6. A partir do dia 15 de Julho as várias versões do sistema operativo Windows Mobile vão deixar de contar com novas aplicações ou actualizações.
Os utilizadores do Windows Mobile 6 vão poder continuar a comprar aplicações, apesar do acesso a novas aplicações ter terminado. Os programadores já acusaram anteriormente a Microsoft de negligenciar o Windows Mobile 6, por não dar continuidade à plataforma ou corrigir bugs.
O abandono do Windows Mobile 6 não surpreende, já que a Microsoft resolveu concentrar todos os seus esforços no Windows Phone 7, que brevemente terá uma actualização para Windows Phone 7.5 (Mango).
Os utilizadores do Windows Mobile 6 vão poder continuar a comprar aplicações, apesar do acesso a novas aplicações ter terminado. Os programadores já acusaram anteriormente a Microsoft de negligenciar o Windows Mobile 6, por não dar continuidade à plataforma ou corrigir bugs.
O abandono do Windows Mobile 6 não surpreende, já que a Microsoft resolveu concentrar todos os seus esforços no Windows Phone 7, que brevemente terá uma actualização para Windows Phone 7.5 (Mango).
20 de maio de 2011
Falha de segurança em 99,7% dos smartphones Android
O Google informou dia 18, que começou a libertar pacotes de correcção para a falha de segurança no sistema operativo Android. A empresa disse que isso, no entanto, levará alguns dias, já que cada versão de Android afectada necessita de um pacote diferente.
A falha foi encontrada por pesquisadores da universidade alemã Ulm Universität. Eles descobriram que, sempre que um utilizador fornece informações a uma aplicação Android via WiFi, tais como login e senha, esses dados ficam expostos. Os principais serviços afectados foram as ferramentas Google Calendar e Google Contacts. O problema afectou 99,7% dos aparelhos equipados com Android.
Num comunicado, o Google afirma que o desenvolvimento dos pacotes de segurança já começou e que os utilizadores não precisam fazer nada para receber as correcções, que serão lançadas nos próximos dias. As versões mais recentes do Android, chamadas Gingerbread (2.3) e Honeycomb (3.0), não foram afectadas pelo problema.
A falha foi encontrada por pesquisadores da universidade alemã Ulm Universität. Eles descobriram que, sempre que um utilizador fornece informações a uma aplicação Android via WiFi, tais como login e senha, esses dados ficam expostos. Os principais serviços afectados foram as ferramentas Google Calendar e Google Contacts. O problema afectou 99,7% dos aparelhos equipados com Android.
Num comunicado, o Google afirma que o desenvolvimento dos pacotes de segurança já começou e que os utilizadores não precisam fazer nada para receber as correcções, que serão lançadas nos próximos dias. As versões mais recentes do Android, chamadas Gingerbread (2.3) e Honeycomb (3.0), não foram afectadas pelo problema.
26 de abril de 2011
Segredos do Google Android
Aqui ficam alguns códigos secretos para Google Android:
Para aceder a informações sobre o:
Telefone
Bateria
Histórico da bateria
Estatísticas de utilização
Informações sobre a placa wireless
*#*#4636#*#*
Fazer reset ao telefone e repor os parâmetros de fábrica:
*#*#7780#*#*
Será removida a seguinte informação:
Conta do Google e definições
Informação das aplicações e sistema
Aplicações instaladas
Não será removido:
O software que vem de fábrica com o equipamento
Fotos, musica e outros ficheiros que estejam no cartão SD
Informações sobre a câmara do equipamento:
*#*#34971539#*#*
Trocar a acção do botão “End Call e Power”
*#*#7594#*#*
Testes ao Wifi, GPS e Bluetooth:
*#*#232339#*#* ou *#*#526#*#* ou *#*#528#*#*
*#*#232338#*#* – Apresenta o MacAddress da interface Wifi
*#*#1472365#*#* – Teste ao GPS
*#*#1575#*#* – Outro teste ao GPS
*#*#232331#*#* – Teste ao Bluetooth
*#*#232337#*# – Endereço do Bluetooth
Apresentar informações sobre o Gtalk:
*#*#8255#*#*
Informações sobre a versão do firmware:
*#*#4986*2650468#*#* – PDA, Phone, H/W, RFCallDate
*#*#1234#*#* – PDA e Telefone
*#*#1111#*#* – Versão FTA SW
*#*#2222#*#* – Versão FTA HW
*#*#44336#*#* – PDA, Phone, CSC, Build Time, Changelist number
Realização de vários testes:
*#*#0283#*#* – Packet Loopback
*#*#0*#*#* – Teste LCD
*#*#0673#*#* ou *#*#0289#*#* – Teste melodia
*#*#0842#*#* – Teste ao equipamento (vibração e backlight)
*#*#2663#*#* – Versão do Touch screen
*#*#2664#*#* – Teste ao Touch screen
*#*#0588#*#* – Teste ao sensor de proximidade
*#*#3264#*#* – Versão da RAM
Estes códigos devem ser usados por sua conta e risco. O autor deste blog e deste post não se responsabiliza pelos possíveis danos causados.
Para aceder a informações sobre o:
Telefone
Bateria
Histórico da bateria
Estatísticas de utilização
Informações sobre a placa wireless
*#*#4636#*#*
Fazer reset ao telefone e repor os parâmetros de fábrica:
*#*#7780#*#*
Será removida a seguinte informação:
Conta do Google e definições
Informação das aplicações e sistema
Aplicações instaladas
Não será removido:
O software que vem de fábrica com o equipamento
Fotos, musica e outros ficheiros que estejam no cartão SD
Informações sobre a câmara do equipamento:
*#*#34971539#*#*
Trocar a acção do botão “End Call e Power”
*#*#7594#*#*
Testes ao Wifi, GPS e Bluetooth:
*#*#232339#*#* ou *#*#526#*#* ou *#*#528#*#*
*#*#232338#*#* – Apresenta o MacAddress da interface Wifi
*#*#1472365#*#* – Teste ao GPS
*#*#1575#*#* – Outro teste ao GPS
*#*#232331#*#* – Teste ao Bluetooth
*#*#232337#*# – Endereço do Bluetooth
Apresentar informações sobre o Gtalk:
*#*#8255#*#*
Informações sobre a versão do firmware:
*#*#4986*2650468#*#* – PDA, Phone, H/W, RFCallDate
*#*#1234#*#* – PDA e Telefone
*#*#1111#*#* – Versão FTA SW
*#*#2222#*#* – Versão FTA HW
*#*#44336#*#* – PDA, Phone, CSC, Build Time, Changelist number
Realização de vários testes:
*#*#0283#*#* – Packet Loopback
*#*#0*#*#* – Teste LCD
*#*#0673#*#* ou *#*#0289#*#* – Teste melodia
*#*#0842#*#* – Teste ao equipamento (vibração e backlight)
*#*#2663#*#* – Versão do Touch screen
*#*#2664#*#* – Teste ao Touch screen
*#*#0588#*#* – Teste ao sensor de proximidade
*#*#3264#*#* – Versão da RAM
Estes códigos devem ser usados por sua conta e risco. O autor deste blog e deste post não se responsabiliza pelos possíveis danos causados.
22 de abril de 2011
iPhone Tracker (iOS)
Os investigadores Pete Warden e Alasdair Allan descobriram que os iPhones (e os iPads) monitorizam os movimentos dos respectivos utilizadores, guardando a informação num ficheiro interno que depois é transferido para o computador do utilizador quando este sincroniza os dispositivos.
O registo é legal, porque os proprietários destes equipamentos Apple aceitam que os seus dados sejam monitorizados e gravados, de acordo com os "Termos e condições" da empresa, que explicam ainda como desactivar a funcionalidade - regras que a esmagadora maioria dos utilizadores não chega a ler.
A Apple não comentou ainda a notícia. O problema levantado por muitos especialistas é a privacidade, uma vez que qualquer pessoa que tenha acesso ao iPhone de um utilizador poderá conseguir aceder à informação e descobrir todos os seus movimentos.
Este programa instalado nos iPhones grava as coordenadas geográficas e temporais, permitindo saber não só onde o utilizador esteve, como também em que dia e a que horas.
Esta recolha de dados teve início em Junho de 2010, quando a Apple lançou a actualização do sistema operativo para a versão 4, ou seja, em alguns casos já terá sido gravado quase um ano de informações sensíveis.
Warden e Allan afirmam ainda que apenas o iPhone regista dados desta maneira, e que não lhes foi possível encontrar programas semelhantes nos equipamentos com o Android ou outros sistemas operativos.
O registo é legal, porque os proprietários destes equipamentos Apple aceitam que os seus dados sejam monitorizados e gravados, de acordo com os "Termos e condições" da empresa, que explicam ainda como desactivar a funcionalidade - regras que a esmagadora maioria dos utilizadores não chega a ler.
A Apple não comentou ainda a notícia. O problema levantado por muitos especialistas é a privacidade, uma vez que qualquer pessoa que tenha acesso ao iPhone de um utilizador poderá conseguir aceder à informação e descobrir todos os seus movimentos.
Este programa instalado nos iPhones grava as coordenadas geográficas e temporais, permitindo saber não só onde o utilizador esteve, como também em que dia e a que horas.
Esta recolha de dados teve início em Junho de 2010, quando a Apple lançou a actualização do sistema operativo para a versão 4, ou seja, em alguns casos já terá sido gravado quase um ano de informações sensíveis.
Warden e Allan afirmam ainda que apenas o iPhone regista dados desta maneira, e que não lhes foi possível encontrar programas semelhantes nos equipamentos com o Android ou outros sistemas operativos.
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