A partir de hoje as operadoras móveis portuguesas estão obrigadas a prestar gratuitamente o serviço de desbloqueio dos telemóveis no final do período de fidelização do cliente. O decreto-lei 56/2010, publicado a 1 de junho, entra hoje em vigor.
Até agora boa parte do negócio de operadoras como a TMN, Vodafone e Optimus assentava na conquista de clientes através da venda de aparelhos a baixo custo, estratégia possível pelo estabelecimento de contratos de fidelização em que os utilizadores ficam vinculados à operadora durante 24 meses. A maior parte dos telefones são vendidos com ligação apenas a uma determinada operadora.
A nova legislação vem determinar que se o cliente pedir o cancelamento do contrato ou desbloqueamento antes de estar concluído o período de fidelização será proibido a operadora cobrar valores superiores a 100% do custo do equipamento nos primeiros seis meses, deduzidos do valor já pago pelo utente.
Após seis meses, o valor cobrado não pode ser superior a 80% do custo do telemóvel e, no último ano do período de fidelização, só pode ir até 50% deste valor.
As operadoras deverão satisfazer os pedidos dos consumidores num prazo máximo de cinco dias, de acordo com as novas regras.
Assim, embora para novos aparelhos os consumidores portugueses ainda tenham de respeitar o período de fidelização para terem direito ao desbloqueamento gratuito, para equipamentos adquiridos há mais de dois anos essa operação é grátis desde já.
30 de agosto de 2010
18 de agosto de 2010
Depois da RIM, Google, Skype... ZTE Corp.
O governo indiano quer que todas as entidades que gerem comunicações no país, sejam "online" ou telefónicas, sejam obrigadas a cumprir um código rígido de segurança. Estas preocupações surgem na sequência de informações de que terroristas estivessem a coordenar atentados, recorrendo a estes meios, pois sabem que não podem ser monitorizados.
A Índia deu à RIM até 31 de agosto para o fabricante cumprir as especificações apresentadas, nomeadamente dar acesso ao sistema de encriptação de mensagens e comunicações "online", realizadas entre Blackberry, noticia a Reuters.
Agora, Google Messaging e Skype podem estar também na mira das autoridades. ZTE Corp e Huawei, dois fabricantes chineses, estão impedidos de colocar os seus produtos à venda na Índia, por suspeitas de "spyware".
A Índia deu à RIM até 31 de agosto para o fabricante cumprir as especificações apresentadas, nomeadamente dar acesso ao sistema de encriptação de mensagens e comunicações "online", realizadas entre Blackberry, noticia a Reuters.
Agora, Google Messaging e Skype podem estar também na mira das autoridades. ZTE Corp e Huawei, dois fabricantes chineses, estão impedidos de colocar os seus produtos à venda na Índia, por suspeitas de "spyware".
12 de agosto de 2010
Menlo sucede a Kin
A Microsoft não se abateu com o fracasso do Kin, que foi lançado em Maio deste ano e “aposentado” 6 semanas depois, com vendas pífias. Um documento achado na web pode ser uma pista de que a empresa está a desenvolver um novo modelo de “smartphone”, c/ nome de código Menlo.
De acordo com um documento intitulado “A experiência do utilizador baseada na navegação em dispositivos móveis”, o dispositivo é um protótipo com ecrã "multitouch" de 4,1 polegadas, que funciona com o Windows CE 6.0 R2 (c/ actualização posterior para o Windows Phone 7), além de trazer um acelerómetro Bosch BMA 150-3 e um barómetro digital Bosch BMP085.
Além disso, o relatório descreve uma tecnologia baptizada Greenfield, que é uma aplicação de navegação que permite, por exemplo, que o utilizador encontre o seu carro nos momentos em que ele não se lembra onde o deixou.
De acordo com um documento intitulado “A experiência do utilizador baseada na navegação em dispositivos móveis”, o dispositivo é um protótipo com ecrã "multitouch" de 4,1 polegadas, que funciona com o Windows CE 6.0 R2 (c/ actualização posterior para o Windows Phone 7), além de trazer um acelerómetro Bosch BMA 150-3 e um barómetro digital Bosch BMP085.
Além disso, o relatório descreve uma tecnologia baptizada Greenfield, que é uma aplicação de navegação que permite, por exemplo, que o utilizador encontre o seu carro nos momentos em que ele não se lembra onde o deixou.
7 de agosto de 2010
Ascendência do Android nos E.U.A.
25% dos utilizadores de telemóveis nos E.U.A. já são donos de "smartphones", comprova a pesquisa da Nielsen. No ano passado, no período homologo (2º trimestre), esse número chegava a 16%. Entre os sistemas operativos móveis, o que mais cresce é o Android, do Google. Nos últimos seis meses, 27% dos utilizadores de smartphones adoptaram-no, contra 23% do iPhone OS, 11% do Windows Mobile, 3% do Linux e 2% do Symbian. O único sistema à frente do Android na lista é o do Blackberry, com 33%, mas vale a pena destacar que a única trajectória ascendente entre os sistemas neste gráfico da pesquisa é o Android. Todos os outros mostram curvas descendentes ou estacionárias.
5 de julho de 2010
Top - Windows Mobile
Aqui ficam algumas das melhores aplicações da actualidade p/ Windows Mobile:
JOGOS:
MÚSICA:
GPS:
NOTÍCIAS:
INTERNET:
UTILITÁRIOS:
IMAGEM:
EDUCAÇÃO:
PRODUTIVIDADE:
REDES SOCIAIS:
JOGOS:
MÚSICA:
GPS:
- Google Maps
- SmartphoneTracker
- Bing
- Next2Me
- PoiEdit
- Sunset GPS Logger
- SportyPal
- GPS Sport Tracker
- GPS Cycle Computer
- GPS Dashboard
NOTÍCIAS:
- Viigo
- MSN Weather
- PPT Media Center
- Bloomberg Mobile
- F1 2010 Mobile
INTERNET:
UTILITÁRIOS:
- My Phone
- WIFI Remote Access
- Fring for Windows Mobile
- Skype
- LangLearner Lite
- Adobe Reader for mobile devices
- WeFi Mobile
- eReader
- File Explorer Extension
- WkTASK
IMAGEM:
EDUCAÇÃO:
- APOD
- SpaceTime
- Deluxe Moon
- Upvise Wikipedia
- 1ST AID & Emergencies
- Tachyon
- SMath Studio PPC
- Officinalis
- AviaSoft Pocket Birds Europe
- Google Translator
PRODUTIVIDADE:
- Office Mobile 10
- Live Mesh
- EverNote
- FinchSync
- ShortCAD Lite
- Easy Expenses
- BuZZone
- Keep Workin
- FingerKeyboard
- Call Firewall
REDES SOCIAIS:
28 de junho de 2010
Desinstalação remota em Android
Os engenheiros do Google implementaram há alguns dias no S.O. Android uma tecnologia chamada "kill switch", que permite à empresa remover, através de acesso remoto, aplicações instaladas nos "smartphones". De acordo com o chefe de segurança do Android, o utilitário não permite acesso aos dados privados do utilizador. O alvo do "kill switch" é terminar c/ as aplicações até então disponíveis no Android Market que violam os Termos de Serviço do Desenvolvedor Android, além de atingirem políticas e acordos legais estabelecidos pelo Android Market e oferecerem algum risco aos dados do utilizador.
Nesta semana, o Google removeu 2 aplicações da loja do Android que não respeitavam as regras da página web. Segundo a empresa, as aplicações tinham como objectivo roubar dados dos utilizadores. E foi esta a 1ª aparição do novo utilitário do Google, que removeu dos "smartphones" Android qualquer uma das aplicações em questão (RootStrop e Twilight Preview).
O anúncio do utilitário, feito através de uma publicação no blog oficial dos desenvolvedores do Android, coincidiu com um relatório divulgado pela empresa de segurança SMobile Systems que afirmava que 1/5 das aplicações disponíveis na Android Market poderiam expor dados privados do utilizador.
De acordo com um porta-voz do Google, todas as aplicações Android necessitam obter a permissão do utilizador para aceder aos dados existentes no equipamento.
Nesta semana, o Google removeu 2 aplicações da loja do Android que não respeitavam as regras da página web. Segundo a empresa, as aplicações tinham como objectivo roubar dados dos utilizadores. E foi esta a 1ª aparição do novo utilitário do Google, que removeu dos "smartphones" Android qualquer uma das aplicações em questão (RootStrop e Twilight Preview).
O anúncio do utilitário, feito através de uma publicação no blog oficial dos desenvolvedores do Android, coincidiu com um relatório divulgado pela empresa de segurança SMobile Systems que afirmava que 1/5 das aplicações disponíveis na Android Market poderiam expor dados privados do utilizador.
De acordo com um porta-voz do Google, todas as aplicações Android necessitam obter a permissão do utilizador para aceder aos dados existentes no equipamento.
25 de junho de 2010
Pegue no iPhone 4, mas com jeitinho...
O iPhone 4, que começou a ser vendido esta semana (em 5 países, dos quais Portugal se encontra excluído) tem um visual muito diferente dos anteriores. O aparelho tem uma estrutura metálica em torno do telefone – é no canto inferior esquerdo desta estrutura (que fica naturalmente em contacto com a mão quando se pega no telefone) que está a antena usada para captar o sinal da rede móvel.
“Agarrar qualquer telemóvel resulta num atenuar do desempenho da antena, com algumas zonas a serem piores do que outras, dependendo da localização das antenas”, escreveu a empresa, num comunicado, no qual sugere ainda que os utilizadores comprem uma capa protectora, dado que o problema está no contacto com o corpo humano, que interfere na recepção deste tipo de sinais, tal como acontece com as antenas de televisão (embora, nesses casos, a imagem costume ficar melhor).
A falha originou muitas queixas na Web, onde abundam os vídeos a ilustrar o problema. O presidente da Apple, Steve Jobs, chegou a responder directamente aos e-mails de alguns queixosos, classificando o problema como um “não assunto” e aconselhando as pessoas a segurarem o telefone de outra forma .Isto apesar de o próprio Jobs ter, na apresentação do iPhone, agarrado o telemóvel precisamente da forma que bloqueia a antena.
Alguns compradores têm-se ainda queixado de uma tonalidade amarelada numa determinada parte do ecrã.
“Agarrar qualquer telemóvel resulta num atenuar do desempenho da antena, com algumas zonas a serem piores do que outras, dependendo da localização das antenas”, escreveu a empresa, num comunicado, no qual sugere ainda que os utilizadores comprem uma capa protectora, dado que o problema está no contacto com o corpo humano, que interfere na recepção deste tipo de sinais, tal como acontece com as antenas de televisão (embora, nesses casos, a imagem costume ficar melhor).
A falha originou muitas queixas na Web, onde abundam os vídeos a ilustrar o problema. O presidente da Apple, Steve Jobs, chegou a responder directamente aos e-mails de alguns queixosos, classificando o problema como um “não assunto” e aconselhando as pessoas a segurarem o telefone de outra forma .Isto apesar de o próprio Jobs ter, na apresentação do iPhone, agarrado o telemóvel precisamente da forma que bloqueia a antena.
Alguns compradores têm-se ainda queixado de uma tonalidade amarelada numa determinada parte do ecrã.
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