7 de julho de 2011

Nova falha de segurança no iOS

A agência federal de segurança alemã emitiu um alerta aos utilizadores de dispositivos móveis da Apple sobre falhas críticas no iOS que pode permitir o controlo remoto dos equipamentos por terceiros.
O aviso foi feito na sequência do lançamento da mais recente versão do JailbreakMe, um software que permite desbloquear os dispositivos através de um procedimento muito simples: aceder ao site da aplicação a partir do "browser" móvel e carregar em "instalar". O "jailbreak" permite instalar aplicações não licenciadas pela Apple.
Esta ferramenta pode ser modificada e usada para distribuir "malware" entre os equipamentos com o iOS instalado, mesmo naqueles onde não tenha sido feito "jailbreak".
Logo após a disponibilização da ferramenta, a agência governamental alemã emitiu um alerta sobre vulnerabilidades críticas, que podem facultar o acesso remoto aos dispositivos caso os utilizadores executem um ficheiro PDF infectado.
A Apple informou que já tomou conhecimento do problema e está a trabalhar numa correcção, que será disponibilizada com a próxima actualização do software, mas não avançou datas.

2 de julho de 2011

Segurança no Android e iOS

A Symantec lançou um estudo onde compara as medidas de segurança no iOS e no Android. As primeiras conclusões revelam que o iOS e o Android estão mais protegidos contra ameaças de segurança do que a maioria dos PCs.
Quanto às comparações entre os dois SO, os resultados são mais inconclusivos. O iOS, por um lado, é mais seguro que o Android na protecção contra "malware". A Apple possui critérios rigorosos para aceitar a submissão de aplicações na App Store, mas a situação inverte-se caso os utilizadores façam Jailbreak ao seu iPhone ou iPad.
Já o Android é melhor que o iOS em funcionalidades específicas de segurança, isolando as ameaças. mas perdendo contra o Apple iOS ao nível do controlo de acesso, à proveniência de aplicações e à sua encriptação.
O Android leva vantagem a respeito do número de vulnerabilidades: a Symantec apontou 200 no iOS e 18 no Android. Das 18 vulnerabilidades no Android, apenas 4 ainda não foram corrigidas pela Google, que também possui maior capacidade de resposta face às ameaças dessas vulnerabilidades: 8 dias para apresentar uma solução, contra 12 dias da parte da Apple.

4 de junho de 2011

Possivelmente cancerígenos...

A Organização Mundial de Saúde (O.M.S.) classificou os telemóveis como produtos "possivelmente cancerígenos". Um estudo realizado pelo CNET, revela agora uma lista com as marcas e modelos dos equipamentos, mais e menos prejudiciais, ordenados pelo respectivo "Specific Absorption Rate" (S.A.R.).

Os modelos mais seguros:
  • 1º Samsung Galaxy S ............................. 0,23 W/kg
  • 2º Samsung Galaxy S 2 .......................... 0,33 W/kg
  • 3º HTC Desire S ..................................... 0,35 W/kg
  • 4º Sony Ericsson Xperia Play ................... 0,36 W/kg
  • 5º Samsung Nexus S .............................. 0,50 W/kg
  • 6º HTC 7 Mozart .................................... 0,53 W/kg
  • 7º LG Optimus 2X P990 .......................... 0,54 W/kg
  • 8º Apple iPhone 4 .................................. 0,59 W/kg
  • 9º Samsung Wave 2 ............................... 0,62 W/kg
  • 10º Samsung Player 5 ............................ 0,63 W/kg
  • 10º (bis.) HTC HD2 ................................ 0,63 W/kg

Os modelos menos seguros:
  • 1º Sony Ericsson X10 Mini Pro ................. 1,61 W/kg
  • 2º Sony Ericsson Satio ............................ 1,58 W/kg
  • 3º BlackBerry Curve 9300 ....................... 1,45 W/kg
  • 4º BlackBerry Bold 9780 ......................... 1,11 W/kg
  • 5º Sony Ericsson Yendo .......................... 1,07 W/kg
  • 6º Nokia C6 .......................................... 1,05 W/kg
  • 7º Sony-Ericsson Vivaz ........................... 1,04 W/kg
  • 8º Nokia N8 .......................................... 1,02 W/kg
  • 9º BlackBerry Curve 8520 ....................... 1,02 W/kg

1 de junho de 2011

Touchscreen com "botões"

A KDDI está a trabalhar num ecrã que recria as sensações de toque através da combinação de vibração com um sensor de pressão.
Este ecrã sensível ao toque é, por agora, apenas um protótipo a cargo da fabricante Kyocera. A KDDI tem como objectivo desenvolver uma versão mais fina, também com suporte multitoque, antes de disponibilizá-lo aos fabricantes de telemóveis.
Este ecrã sensível ao toque permite simular 3 sensações diferentes, ao pressionarmos os botões virtuais (2x para pressionarmos em caracteres e outra apenas para ícones).

30 de maio de 2011

Symbian até 2016...

Stephen Elop assegurou que a Nokia planeia manter o suporte à plataforma móvel Symbian, pelo menos até 2016. As dúvidas em relação ao futuro do Symbian têm-se mantido, mesmo com a Nokia a garantir que o sistema operativo nascido de uma parceria entre si e outros fabricantes móveis – que entretanto abandonaram o projecto - seria para continuar, tal como a aposta no MeeGo. O desinvestimento da Nokia no Symbian levou também ao cancelamento de um projecto europeu que visava criar condições para alargar o leque de dispositivos suportados pela plataforma, o Symbian – the Embedded Operating System for Europe, que contemplava um investimento público e privado de 22 milhões de euros. Stephen Elop assegura agora a continuidade do Symbian por mais 5 anos, enquanto a vice-presidente da Nokia para a área de smartphones detalha, que a parceria com a Microsoft para aquele segmento vai traduzir-se no lançamento de novos equipamentos a cada 2 ou 3 meses.

28 de maio de 2011

MeeGo 1.2

Enquanto é aguardado o lançamento do Nokia N9 com MeeGo, a The Linux Foundation desenvolveu uma actualização. A versão MeeGo 1.2, pretende fornecer uma base sólida para permitir aos programadores criarem aplicações para várias categorias de dispositivos com arquitectura Intel Atom e ARMv7.
O MeeGo 1.2 melhorou as capacidades de conectividade,  Bluetooth,  USB e WiFi, além do suporte Real Time Streaming Protocol (RTSP), entre outras. O Meego 1.3 deverá estar disponível a partir de Outubro deste ano, com novas funcionalidades que se encontram a ser testadas actualmente.

27 de maio de 2011

Google Wallet

A Google lançou ontem o Google Wallet, produto baseado na tecnologia N.F.C. (Near Field Communication) que permite aos consumidores comprar produtos com o telemóvel, ao invés de cartões de crédito. O serviço resulta de uma parceria entre Google, Mastercard, Citigroup, First Data e Sprint e tem potencial para se estabelecer no mercado de pagamentos móveis nos E.U.A., como já acontece na Ásia.
O Google Wallet vai concorrer com o recentemente anunciado sistema da gigante Visa, feito em parceria com os maiores bancos e operadoras de comunicações americanos.
O serviço estará disponível no verão em Nova York e São Francisco.
Projectado para funcionar como uma aplicação para "smartphones" Android, ele usufrui da tecnologia "PayPass", da MasterCard, que permite aos seus utilizadores pagarem as contas pela aproximação de um chip nos sensores habilitados.
A Google fechou contrato com grandes marcas americanas, incluindo Macy's, American Eagle Outfitters e Metro, para integrar os programas de fidelidade e descontos das lojas no Google Wallet.
Na Ásia, a tecnologia N.F.C. já está disseminada. Estima-se que um quinto dos japoneses usam pagamentos móveis. Nos E.U.A., esse mercado ainda enfrenta obstáculos, mas desde o ano passado algumas grandes empresas já correram para tornar a tecnologia uma realidade.
Clientes do Citigroup que possuem cartões Mastercard com PayPass serão os primeiros a ter acesso ao Google Wallet. A gigante de internet também planeia vender um cartão virtual pré-pago.